Data: 28 de abril de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
II Simpósio Paraibano de Inovação
Data: 28 de abril de 2012
quinta-feira, 14 de julho de 2011
3 - O MEJ no Brasil

No ano de 1988 nasce a primeira EJ brasileira, a Empresa Júnior da Fundação Getúlio Vargas, sendo seguida pela Júnior FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e pela Poli Júnior, EJ da Escola Politécnica da USP, que surgiram em 1989.
A Brasil Júnior é a Confederação Brasileira de Empresas Juniores e foi criada em 2003 com a finalidade de propor e repassar diretrizes nacionais que devem ser adotadas pelas confederações estaduais de modo a regulamentar a atividade das EJs em âmbito nacional. Além disso, trabalha com um portal de colaboração e conhecimento, que promove a integração dos empresários juniores de todo o país.
Atualmente ela regulamenta cerca de 1000 empresas juniores espalhadas pelo Brasil, em mais de 2000 instituições de ensino superior. Estima-se que existam aproximadamente 23.200 graduandos envolvidos no Movimento Empresa Júnior, executando em média 2000 projetos por ano.
A Brasil Júnior - Confederação Brasileira de Empresas Juniores - tem como finalidades representar as empresas juniores em nível nacional e desenvolver o Movimento Empresa Júnior como agente de educação empresarial e gerador de novos negócios. Ela é formada atualmente por 13 federações, representando 12 estados e o Distrito Federal.
Apesar de o Movimento ainda estar longe do seu ideal em termos de reconhecimento, a Brasil Júnior trabalha ativamente na sua representação frente à sociedade. Um exemplo é a participação no Conselho Nacional de Juventude, órgão ligado à Presidência da República.
A Brasil Júnior é o órgão máximo regulador do Movimento Empresa Júnior, atuando para garantir uma cultura de qualidade e de padrão estrutural mínimo às empresas juniores. A atuação ocorre pela definição conjunta de planos e diretrizes do Movimento, como o Conceito Nacional de Empresa Júnior. As ações são desenvolvidas por sua diretoria e, em cada estado, por sua federação local.
A Brasil Júnior também trabalha para a integração do Movimento, reunindo as federações em reuniões e, principalmente, reunindo as empresas juniores ao realizar o ENEJ (Encontro Nacional das Empresas Juniores). Em 2011, o ENEJ será realizado em Foz do Iguaçu/PR, nos dias 10-14 de Agosto.
FEDERAÇÕES LIGADAS A BRASIL JÚNIOR
domingo, 10 de julho de 2011
2 - O que é uma Empresa Júnior?

Empresa Júnior é uma associação civil, sem fins econômicos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a orientação de professores e profissionais especializados. Possui a natureza de uma empresa real, com diretoria executiva, conselho de administração, estatuto e regimentos próprios. Com uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade, centro acadêmico ou qualquer outra entidade acadêmica.
Objetivos principais:
- Proporcionar ao estudante aplicação prática de conhecimentos teóricos, relativos à área de formação profissional específica;
- Desenvolver o espírito crítico, analítico e empreendedor do aluno;
- Intensificar o relacionamento empresa-escola;
- Facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado, colocando-os em contato direto com o seu mercado de trabalho;
- Contribuir com a sociedade, através de prestação de serviços, proporcionando ao micro, pequeno e médio empresário especialmente, um trabalho de qualidade a preços acessíveis;
A Empresa Júnior NÃO pode ter como objetivos:
- Captar recursos financeiros para a Instituição de Ensino através da realização dos seus projetos ou outras atividades;
- Captar recursos financeiros para seus integrantes através dos projetos ou outras atividades;
- Elevar o conceito do Curso e Instituição de Ensino diante do MEC e da Sociedade;
- Aplicações financeiras com fins de acumulação de capital.
As Empresas Juniores contemplam as necessidades de três clientes principais:
Os alunos: Que se utilizam da interação entre os membros da empresa e da troca de conhecimento e experiências para se desenvolverem pessoal, profissional e academicamente;
As empresas: Que se beneficiam com os projetos desenvolvidos pelos alunos, cujas características são a alta qualidade dos trabalhos, garantida pela orientação dos professores, e o baixo investimento, uma vez que as empresas juniores não visam o lucro. Assim, as empresas conseguem bons projetos a um custo muito baixo;
As universidades: Que são favorecidas pelo retorno em imagem institucional, garantido pela divulgação que as Empresas Juniores necessariamente fazem ao seu nome. As Universidades que investem nas Empresas Juniores tem o retorno de imagem e, também, um retorno no que diz respeito à atração de novas parcerias, alunos e clientes (no caso de prestação de consultorias etc).
O que é feito dentro de uma EJ?
São desenvolvidos projetos de consultoria, protótipos de novos produtos, estratégias de gestão e marketing, bem como documentos de estudos e pesquisas sobre o mercado de atuação. Além de gerenciamento de projetos, liderança de equipes, gerenciamento de departamentos, geração de networking com grandes profissionais, etc. Muitos destes trabalhos, auxiliados por grandes professores de suas universidades.
Enfim, em uma Empresa Júnior, os alunos podem exercitar seu lado empreendedor e pesquisador, trabalhando forte na geração de novas idéias, contribuindo para a resolução de problemas e necessidades de grandes empresas.
Quais as vantagens de participar de uma EJ?
Existem muitas vantagens para um aluno que ingressa em uma Empresa Júnior. A experiência adquirida neste tipo de trabalho coloca o aluno à frente de seus concorrentes no concorrido mercado de trabalho, levando-o a um patamar mais elevado nas seleções de emprego.
Os alunos empreendedores saem na frente na conquista de grandes oportunidades, uma vez que o ambiente que eles protagonizam nada mais é do que uma arena de constantes desafios. Onde aprendem como lidar com situações novas e a conviver com pessoas em um ambiente organizacional, sem falar no convívio com empresários de verdade, ferramentas de gestão, reuniões com profissionais etc. Algo que, sem dúvida, seria praticamente impossível de ser vivenciado em um estágio comum.
Como ingressar em uma empresa júnior?
Todo aluno que desejar ingressar em uma empresa júnior deverá participar de um processo seletivo que consiste, basicamente, em prova de conhecimentos gerais, entrevista, redação, dinâmica de grupo etc. Estas etapas variam de empresa para empresa, mas seguem basicamente o mesmo escopo geral. Sempre contando com a dedicação e comprometimento dos alunos em contribuir com o crescimento e desenvolvimento da empresa, por isso o Marketing Pessoal também é importante.
Algumas destas empresas implementam, também, uma espécie de processo seletivo que mais se parece com uma seleção para o cargo de Trainee , onde os alunos passam por todas as áreas da empresa, participando de treinamentos e atividades de preparo para ocuparem um cargo na empresa.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Do MEJ para o mercado de trabalho

Mas o que se aprende no MEJ não fica restrito à prática das EJs. O aprendizado que é adquirido no Movimento vem sendo cada vez mais valorizado pelo mercado de trabalho. Isso porque as Empresas Juniores proporcionam conhecimentos que vão além dos oferecidos pelos cursos superiores. Elas agregam a prática ao ensino teórico. Carolina Paseto, Presidente do Conselho da FEJEMG, conta que na RH Jr. seu aprendizado foi muito além da Psicologia Organizacional, foco de sua empresa. Foi na RH Jr. que ela aprendeu técnicas de gestão e de gerenciamento de projetos, excel, oratória, além das competências comportamentais como autonomia, trabalho em equipe e pró-atividade, assuntos que certamente ela não veria no curso.
Fonte: site da Brasil Júnior
Link da matéria: http://www.brasiljunior.org.br/visualizarNoticia.php?id=347














