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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

II Simpósio Paraibano de Inovação

 No dia 28 de abril será realizado em João Pessoa o II Simpósio Paraibano de Inovação. Além de ser um evento acadêmico/profissional, basicamente apresentará uma nova perspectiva gerencial, unindo os focos teóricos e práticos para uma operacionalização das inovações presentes no nosso dia-a-dia.

Um evento de grande importância para os Empresários Juniores e o público interessado em inovar seus negócios, já que inovar quase sempre é sinônimo de sucesso e sucesso numa empresa é sinônimo de lucro e crescimento, resultados almejados por qualquer EJ que deseja se destacar no mercado. Mas para inovar é preciso saber primeiro onde se está pisando e o conhecimento é fundamental, daí a importância garantir a presença em eventos como o Simpósio. E tratando-se de inovação, a INNOVA não poderia ficar de fora, nossa EJ estará presente. Nos encontramos por lá!
Para informações sobre inscrições e a programação completa, acesse o site do evento aqui.



Local:  Teatro Paulo Pontes - Fundação Espaço Cultural da Paraíba
Data: 28 de abril de 2012 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

3 - O MEJ no Brasil

No final da década de 1980, por iniciativa tomada pela Câmara de Comércio Brasil-França, o conceito de Empresa Júnior (EJ) chega ao nosso país.

No ano de 1988 nasce a primeira EJ brasileira, a Empresa Júnior da Fundação Getúlio Vargas, sendo seguida pela Júnior FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e pela Poli Júnior, EJ da Escola Politécnica da USP, que surgiram em 1989.

A Brasil Júnior é a Confederação Brasileira de Empresas Juniores e foi criada em 2003 com a finalidade de propor e repassar diretrizes nacionais que devem ser adotadas pelas confederações estaduais de modo a regulamentar a atividade das EJs em âmbito nacional. Além disso, trabalha com um portal de colaboração e conhecimento, que promove a integração dos empresários juniores de todo o país.

Atualmente ela regulamenta cerca de 1000 empresas juniores espalhadas pelo Brasil, em mais de 2000 instituições de ensino superior. Estima-se que existam aproximadamente 23.200 graduandos envolvidos no Movimento Empresa Júnior, executando em média 2000 projetos por ano.


BRASIL JÚNIOR

A Brasil Júnior - Confederação Brasileira de Empresas Juniores - tem como finalidades representar as empresas juniores em nível nacional e desenvolver o Movimento Empresa Júnior como agente de educação empresarial e gerador de novos negócios. Ela é formada atualmente por 13 federações, representando 12 estados e o Distrito Federal.

Apesar de o Movimento ainda estar longe do seu ideal em termos de reconhecimento, a Brasil Júnior trabalha ativamente na sua representação frente à sociedade. Um exemplo é a participação no Conselho Nacional de Juventude, órgão ligado à Presidência da República.

A Brasil Júnior é o órgão máximo regulador do Movimento Empresa Júnior, atuando para garantir uma cultura de qualidade e de padrão estrutural mínimo às empresas juniores. A atuação ocorre pela definição conjunta de planos e diretrizes do Movimento, como o Conceito Nacional de Empresa Júnior. As ações são desenvolvidas por sua diretoria e, em cada estado, por sua federação local.

A Brasil Júnior também trabalha para a integração do Movimento, reunindo as federações em reuniões e, principalmente, reunindo as empresas juniores ao realizar o ENEJ (Encontro Nacional das Empresas Juniores). Em 2011, o ENEJ será realizado em Foz do Iguaçu/PR, nos dias 10-14 de Agosto.


FEDERAÇÕES LIGADAS A BRASIL JÚNIOR


Link





























domingo, 10 de julho de 2011

2 - O que é uma Empresa Júnior?


Empresa Júnior é uma associação civil, sem fins econômicos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a orientação de professores e profissionais especializados. Possui a natureza de uma empresa real, com diretoria executiva, conselho de administração, estatuto e regimentos próprios. Com uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade, centro acadêmico ou qualquer outra entidade acadêmica.

Objetivos principais:

  • Proporcionar ao estudante aplicação prática de conhecimentos teóricos, relativos à área de formação profissional específica;
  • Desenvolver o espírito crítico, analítico e empreendedor do aluno;
  • Intensificar o relacionamento empresa-escola;
  • Facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado, colocando-os em contato direto com o seu mercado de trabalho;
  • Contribuir com a sociedade, através de prestação de serviços, proporcionando ao micro, pequeno e médio empresário especialmente, um trabalho de qualidade a preços acessíveis;


A Empresa Júnior NÃO pode ter como objetivos:

  • Captar recursos financeiros para a Instituição de Ensino através da realização dos seus projetos ou outras atividades;
  • Captar recursos financeiros para seus integrantes através dos projetos ou outras atividades;
  • Elevar o conceito do Curso e Instituição de Ensino diante do MEC e da Sociedade;
  • Aplicações financeiras com fins de acumulação de capital.

As Empresas Juniores contemplam as necessidades de três clientes principais:

Os alunos: Que se utilizam da interação entre os membros da empresa e da troca de conhecimento e experiências para se desenvolverem pessoal, profissional e academicamente;

As empresas: Que se beneficiam com os projetos desenvolvidos pelos alunos, cujas características são a alta qualidade dos trabalhos, garantida pela orientação dos professores, e o baixo investimento, uma vez que as empresas juniores não visam o lucro. Assim, as empresas conseguem bons projetos a um custo muito baixo;

As universidades: Que são favorecidas pelo retorno em imagem institucional, garantido pela divulgação que as Empresas Juniores necessariamente fazem ao seu nome. As Universidades que investem nas Empresas Juniores tem o retorno de imagem e, também, um retorno no que diz respeito à atração de novas parcerias, alunos e clientes (no caso de prestação de consultorias etc).


O que é feito dentro de uma EJ?

Basicamente, os alunos que participam de uma Empresa Júnior têm como rotina a elaboração de ensaios práticos apoiados em uma visão acadêmica, o que lhes proporcionam um considerável e importante diferencial competitivo entre aqueles que almejam prosperar profissionalmente.

São desenvolvidos projetos de consultoria, protótipos de novos produtos, estratégias de gestão e marketing, bem como documentos de estudos e pesquisas sobre o mercado de atuação. Além de gerenciamento de projetos, liderança de equipes, gerenciamento de departamentos, geração de networking com grandes profissionais, etc. Muitos destes trabalhos, auxiliados por grandes professores de suas universidades.

Enfim, em uma Empresa Júnior, os alunos podem exercitar seu lado empreendedor e pesquisador, trabalhando forte na geração de novas idéias, contribuindo para a resolução de problemas e necessidades de grandes empresas.


Quais as vantagens de participar de uma EJ?

Existem muitas vantagens para um aluno que ingressa em uma Empresa Júnior. A experiência adquirida neste tipo de trabalho coloca o aluno à frente de seus concorrentes no concorrido mercado de trabalho, levando-o a um patamar mais elevado nas seleções de emprego.

Os alunos empreendedores saem na frente na conquista de grandes oportunidades, uma vez que o ambiente que eles protagonizam nada mais é do que uma arena de constantes desafios. Onde aprendem como lidar com situações novas e a conviver com pessoas em um ambiente organizacional, sem falar no convívio com empresários de verdade, ferramentas de gestão, reuniões com profissionais etc. Algo que, sem dúvida, seria praticamente impossível de ser vivenciado em um estágio comum.


Como ingressar em uma empresa júnior?

Todo aluno que desejar ingressar em uma empresa júnior deverá participar de um processo seletivo que consiste, basicamente, em prova de conhecimentos gerais, entrevista, redação, dinâmica de grupo etc. Estas etapas variam de empresa para empresa, mas seguem basicamente o mesmo escopo geral. Sempre contando com a dedicação e comprometimento dos alunos em contribuir com o crescimento e desenvolvimento da empresa, por isso o Marketing Pessoal também é importante.

Algumas destas empresas implementam, também, uma espécie de processo seletivo que mais se parece com uma seleção para o cargo de Trainee , onde os alunos passam por todas as áreas da empresa, participando de treinamentos e atividades de preparo para ocuparem um cargo na empresa.


Fontes: http://en.wikipedia.org/wiki/Junior_enterprise
http://www.sobreadministracao.com/empresa-junior-o-que-e-e-como-funciona/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Empresa_j%C3%BAnior
http://www.brasiljunior.org.br/mej/conceitos.html



sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Do MEJ para o mercado de trabalho

É através do MEJ que muitos jovens desenvolvem competências que serão muito úteis na hora de ingressar no mercado de trabalho. Habilidades estas que poderão fazer a diferença para conseguir uma tão almejada vaga em alguma grande empresa.

Por meio do movimento, muitos estudantes se tornam mais responsáveis, afinal de contas, eles se tornam empresários juniores e precisam aprender a conciliar os estudos com suas tarefas dentro da EJ da qual fazem parte. E ainda tem aqueles que ocupam cargos em Núcleos, Federações ou na Confederação e que dedicam um tempo a mais a isso. Como se responsabilidade não fosse bom o bastante, que tal adicionar à equação um pouco de trabalho em equipe e habilidades de liderança e de negociação? São essas e tantas outras habilidades que são adquiridas e levadas para a vida fora dos portões das faculdades.

André Teles, Embaixador da Brasil Júnior no primeiro semestre de 2011, ressalta que foi sua experiência no MEJ que contribuiu para a obtenção de “uma série de conhecimentos técnicos relevantes para o trabalho de um líder, tais como gerenciamento de projetos, estratégia, marketing, noções de controle e planejamento financeiro e até mesmo noções jurídicas”.

Mas o que se aprende no MEJ não fica restrito à prática das EJs. O aprendizado que é adquirido no Movimento vem sendo cada vez mais valorizado pelo mercado de trabalho. Isso porque as Empresas Juniores proporcionam conhecimentos que vão além dos oferecidos pelos cursos superiores. Elas agregam a prática ao ensino teórico. Carolina Paseto, Presidente do Conselho da FEJEMG, conta que na RH Jr. seu aprendizado foi muito além da Psicologia Organizacional, foco de sua empresa. Foi na RH Jr. que ela aprendeu técnicas de gestão e de gerenciamento de projetos, excel, oratória, além das competências comportamentais como autonomia, trabalho em equipe e pró-atividade, assuntos que certamente ela não veria no curso.

O movimento empresa júnior proporciona o desenvolvimento de seus participantes, principalmente pelo fato de proporcionar a integração de estudantes das mais diversas áreas, com diferentes conhecimentos e experiências.

Juntando tudo isso, temos um pacote de aprendizado que pode ser aplicado na realidade de mercado. É claro que algumas vezes a demanda do mercado é mais rápida. E é claro que a realidade das empresas seniores é um pouco diferente da de uma EJ. Mas o que se adquire nas empresas juniores contribui fortemente para o processo de adaptação à realidade do mercado de trabalho, já que mesmo com as diferenças existentes as EJs são algo bem próximo dessa realidade.


Fonte: site da Brasil Júnior

Link da matéria: http://www.brasiljunior.org.br/visualizarNoticia.php?id=347